• Andresa Forster

Limites: prendem ou libertam?

Feche os olhos e pense em limite. Como você se sente? Vem uma sensação confortável ou desconfortável no corpo?


No geral, as pessoas se sentem desconfortáveis quando pensam em limite - no limite do cartão de crédito, que vai me impedir de gastar; no limite de velocidade, que vai me impedir de correr demais; no limite que o regime me impõe, e por aí vai.


Por outro lado, já pensou que eles não são tão ruins assim?


O mesmo limite do cartão que lhe impede de gastar, lhe faz gastar com mais consciência, para ter clareza do que realmente você precisa ou quer?


Ou o limite de velocidade pode estar preservando a sua vida, pois não limita só a sua velocidade, mas a de todos os automóveis, de acordo com o fluxo da via?


Já parou para pensar também que colocar um limite para os outros, em relação à você, pode ser libertador?


O quanto você permite ou limita que os outros deem pitacos na sua vida, ou o quanto você permite ou limita que os outros lhe julguem pelas suas escolhas, ou o quanto você permite ou limita como os outros podem interagir com você.


O limite também pode ser libertador, né? Encontre a justa medida dos limites que você pode colocar na sua vida.


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