Filho com sede, no meio da noite, pede uma água. Fica junto até acalmar a criança, torcendo muito para que volte a dormir sem beber água. Sim – há o medo de ir até a cozinha sozinha, no escuro.

É muito comum termos medo, alguns com os quais lidamos melhor, outros que nos paralisam.

É injusto classificarmos a importância de um medo, todos são igualmente relevantes para as pessoas que os sentem. Podem ser de borboletas ou de cobras, da violência ou de bater o carro, e sair sozinha ou de ficar em casa, de avião ou de lagartixa, todos são assustadores para quem os sentem.

Ao invés de desqualificar o medo, de falar que é uma bobagem, que não faz sentido, experimente buscar o que está por trás desse medo. Será que há um medo por trás? De morrer, desaparecer, ser abandonado, esquecido… Algumas técnicas podem lhe ajudar a entender de onde vem esse medo, o que está por trás, o que o sustenta. Busque ajuda para lidar com eles e experimente sentir-se livre para viver sem eles.

Pense, sinta, experimente!

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