• Andresa Forster

Você é o que você faz?

Alguns dos sentimentos que podemos ter em relação ao que fizemos são a vergonha e o medo da reação dos outros diante do que fizemos. Mas isso, na minha experiência terapêutica, me parece extremamente paralisante, assustador.


Quando você faz algo, que pode ser escrever um texto, produzir uma peça artesanal, treinar uma modalidade esportiva, emitir uma opinião ou cortar o seu cabelo; isso tem um enorme valor para você.


E quem disse que você tem que medir a qualidade disso pelo que as outras pessoas vão achar?


As pessoas que realmente estão com você nessa caminhada, estão com você independente do que você faz e não baseadas no que você faz. Você não precisa ser "perfeito", no sentido de não errar. Mas você precisa fazer coisas diferentes para ter resultados diferentes. E até que consiga fazer coisas diferentes o suficiente que lhe levem à outro patamar, você provavelmente vai concluir que achou outras formas de "não fazer". E isso não é errar, isso é aprender.


Você (e eu, e todo mundo) caiu muito antes de aprender a andar. E assim costuma ser com tudo, até termos confiança e segurança em fazer algo. Isso é natural. E faz parte da nossa vida. Tornam-se aprendizados, histórias para contar.


Valorize esse caminhar, valorize o seu caminhar e o de quem está com você, independente do resultado. Isso é o que nos permite seguir novos caminhos. Valorize-se!


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